Clin Transl Radiat Oncol. 2026 Fev 7;58:101119. doi: 10.1016/j.ctro.2026.101119. edição eletrônica 2026 Mai.
AGRADECIMENTO
Agradecemos aos autores pelo interesse e pelos comentários construtivos sobre nosso estudo. Esta resposta esclarece aspectos metodológicos e o escopo de nosso trabalho na avaliação cintilográfica das glândulas submandibulares irradiadas. O estudo foi iniciado durante a pandemia de COVID-19, resultando em desistências de pacientes e limitando análises estratificadas devido ao pequeno tamanho dos subgrupos. No entanto, nossa coorte inclui dados de cintilografia de 27 glândulas submandibulares poupadas e 53 não poupadas, representando um conjunto de dados comparativamente grande para avaliação funcional de longo prazo. Os protocolos de cintilografia foram padronizados para minimizar a variabilidade técnica, embora fatores fisiológicos e relacionados ao paciente inevitáveis possam ter influenciado as medições. O objetivo principal foi caracterizar os parâmetros cintilográficos pós-irradiação; análises de relações dose-resposta, modelagem temporal e correlações com resultados de xerostomia relatados pelo paciente estão em andamento. Com um acompanhamento mediano de três anos, não foram observadas recorrências locorregionais próximas às glândulas poupadas, o que apoia a segurança oncológica da preservação da glândula submandibular.
PMID: 41704723 | PMC: PMC12908007 | DOI: 10.1016/j.ctro.2026.101119
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