Revista de Medicina Respiratória em Atenção Primária. 2026 Fev 14;36(1):14. doi: 10.1038/s41533-026-00485-7.
RESUMO
A asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) são as condições respiratórias crônicas mais prevalentes globalmente, com o manejo ocorrendo predominantemente em ambientes de atenção primária. Diretrizes internacionais da Iniciativa Global para a Asma (GINA) e da Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (GOLD) têm sido fundamentais para padronizar o cuidado; no entanto, esses documentos consistentemente utilizam terminologia genérica, como médico de cuidados primários ou profissional de saúde, sem reconhecer explicitamente o médico de família como uma especialidade médica distinta. Esta omissão cria uma lacuna conceitual que pode minar a propriedade das diretrizes, a fidelidade na implementação e os caminhos de cuidados coordenados, especialmente em países de renda baixa e média onde os médicos de família constituem a espinha dorsal do manejo de doenças respiratórias crônicas. Este texto argumenta que o reconhecimento explícito dos médicos de família em futuras atualizações da GINA e da GOLD, juntamente com a inclusão de representantes da medicina de família nos comitês de desenvolvimento de diretrizes e a criação de kits de implementação para ambientes de atenção primária, fortaleceria a relevância das diretrizes, aumentaria o envolvimento da atenção primária e, em última análise, melhoraria os resultados de saúde respiratória em todo o mundo.
PMID: 41688458 | DOI: 10.1038/s41533-026-00485-7
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