Cultura, ética e prática clínica para intensivistas que gerenciam cuidados no final da vida: uma perspectiva australiana

Revista de Cuidados Intensivos. 19 de fevereiro de 2026; 14(1):19. doi: 10.1186/s40560-026-00860-z.

Resumo

A morte e o morrer são significativos e impactantes, para indivíduos, famílias e a sociedade em geral. Para as equipes clínicas que trabalham na unidade de terapia intensiva (UTI), cuidar de um paciente terminal e apoiar sua família são partes importantes de seu papel profissional. A prática da UTI na Austrália evoluiu ao longo de várias décadas para otimizar os cuidados de fim de vida, de modo a ser centrada no paciente e aderir aos padrões éticos aceitos, bem como ao arcabouço legal estabelecido. Além de adquirir as habilidades técnicas necessárias, os intensivistas que trabalham na Austrália devem completar treinamentos em comunicação avançada, assim como em ética clínica, e são obrigados a manter competência nesses domínios ao longo de suas vidas profissionais. Considerações importantes para os intensivistas australianos que gerenciam cuidados de fim de vida incluem humildade cultural, evitar pressuposições, curiosidade respeitosa, priorização dos valores e preferências individuais dos pacientes, e evitar tratamentos não benéficos que possam simplesmente prolongar o processo de morrer ou contribuir para o sofrimento. Além de ter um arcabouço legal legislado, a Austrália endossou diretrizes nacionais desenvolvidas pelos respectivos colégios de treinamento especializados e sociedades profissionais de cuidados intensivos.

PMID: 41715177 | DOI: 10.1186/s40560-026-00860-z

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