Cuidados com a Dispepsia como uma Oportunidade Perdida para a Prevenção do Câncer Gástrico em Populações de Alto Risco nos Estados Unidos.

O artigo traduzido para o português é o seguinte:

J Immigr Minor Health. 23 de fevereiro de 2026. doi: 10.1007/s10903-026-01882-3. Online antes da impressão.

RESUMO

A dispepsia é um dos distúrbios gastrointestinais mais comuns, afetando quase um em cada cinco adultos anualmente. As diretrizes divergem em suas recomendações: o American College of Gastroenterology e a Canadian Association of Gastroenterology endossam o teste e tratamento para Helicobacter pylori em pacientes com menos de 60 anos, com endoscopia alta para aqueles com 60 anos ou mais ou com sinais de alarme. Por outro lado, a American Society for Gastrointestinal Endoscopy aconselha a endoscopia para pacientes com dispepsia de início recente a partir dos 50 anos, mesmo sem sinais de alarme. A British Society of Gastroenterology enfatiza o contexto de risco, recomendando endoscopia precoce (idade > 40 anos) para indivíduos de regiões com alta incidência de câncer gástrico ou com histórico familiar de câncer gástrico. Essas diferenças destacam a incerteza em torno dos limites de idade e as limitações de estratégias uniformes baseadas em idade. Nos Estados Unidos, onde várias populações de alto risco carregam um risco disproporcionalmente elevado de câncer gástrico, uma abordagem personalizada, informada pela etnia e curso de vida, é justificada. Incorporar ancestralidade, natividade e histórico familiar na avaliação da dispepsia reformularia a erradicação do H. pylori como prevenção primária e reduziria os limiares para endoscopia em grupos de alto risco. Tal estratégia racionalizaria o uso da endoscopia, promoveria a equidade e reduziria mortes evitáveis. Reformular a dispepsia como uma oportunidade de prevenção é tanto um imperativo clínico quanto de equidade.

PMID:41729425 | DOI:10.1007/s10903-026-01882-3

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