Revista Mundial de Medicina Intensiva Crítica. 9 de junho de 2026; 15(2):118845. doi: 10.5492/wjccm.v15.i2.118845. Epub 9 de junho de 2026.
RESUMO
Nós lemos o estudo de Aggarwal et al., recentemente publicado no World Journal of Critical Care Medicine, que avalia a intubação traqueal de emergência (ITE) utilizando dois equipamentos diferentes em pacientes críticos e o aplaudimos por escolher um aspecto crucial do cuidado agudo. A ITE permanece um procedimento de alto risco nesses pacientes, com morbidade significativa. O desenho randomizado e as medidas de desfecho objetivas são pontos fortes notáveis. Além disso, a inclusão da experiência do operador e detalhes contextuais aprimora a compreensão dos fatores humanos e das influências em nível de sistema. No entanto, alguns aspectos merecem consideração e discussão adicionais ao adotar a pesquisa na prática clínica e em futuras pesquisas.
PMID: 42272892 | PMC: PMC13248065 | DOI: 10.5492/wjccm.v15.i2.118845
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