Saúde Mental na Infância e na Adolescência. 2026 Jan 5. doi: 10.1111/camh.70063. Online antes da publicação.
RESUMO
Evidências recentes mostram que intervenções escolares para reduzir o tempo de tela produzem apenas efeitos modestos, sugerindo a necessidade de reconsiderar a abordagem das mudanças no comportamento digital em contextos educacionais. Os programas atuais muitas vezes enfatizam restrições individuais, negligenciando os ambientes sociais e culturais mais amplos que moldam os hábitos de tela das crianças. Defendemos uma mudança da redução do tempo de tela para a promoção da Literacia do Bem-Estar Digital, que envolve o desenvolvimento da capacidade dos estudantes para um engajamento digital consciente, equilibrado e crítico. Essa direção está alinhada com as prioridades da educação no século XXI, enfatizando a autonomia, a cidadania digital e a autorregulação, em vez da evitação. O uso da tela é influenciado não só pelas escolhas pessoais, mas também pelas rotinas familiares, modelo dos professores, políticas digitais da escola e expectativas da comunidade. Portanto, intervenções futuras devem adotar estratégias ecológicas e em vários níveis que integrem contextos escolares, domiciliares e comunitários. Promover a autorregulação digital em vez de restrições oferece uma abordagem mais sustentável e significativa para apoiar o bem-estar das crianças em um mundo digitalmente cada vez mais presente.
PMID:41489594 | DOI:10.1111/camh.70063
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