A ciência decolonial na Amazônia exige assentos ativos e equitativos à mesa.

NPJ Biodivers. 2026 mai 15;5(1):15. doi: 10.1038/s44185-026-00131-y.

RESUMO

Colaborações científicas na Amazônia frequentemente reproduzem desigualdades históricas e estruturais que limitam o protagonismo local na produção de conhecimento. Embora o financiamento e a atenção internacional tenham aumentado, os pesquisadores locais frequentemente são limitados à coleta de dados, enquanto atores externos definem as prioridades de pesquisa e recebem reconhecimento intelectual. Com base em minha trajetória como cientista amazônico, argumento que uma ciência decolonial requer transformação estrutural, tomada de decisões compartilhada, reconhecimento equitativo e investimento contínuo no protagonismo científico local, em vez de inclusão simbólica.

PMID: 42141078 | PMC: PMC13179337 | DOI: 10.1038/s44185-026-00131-y

Para ler a postagem completa, visite o original: Leia a Postagem Completa

Respostas