Revista de Fator de Crescimento de Citocinas. 28 de fevereiro de 2026; 89:1-4. doi: 10.1016/j.cytogfr.2026.02.003. Publicado online antes da impressão.
RESUMO
O glioblastoma (GBM) continua altamente resistente à imunoterapia devido à limitada infiltração de linfócitos T e a um microambiente tumoral imunossupressor profundo. Um recente ensaio clínico inédito do vírus oncolítico do herpes simplex rQNestin34.5 v.2 (NCT03152318) mostra que uma única dose intratumoral pode desencadear ativação durável de linfócitos T e engajamento citotóxico sustentado dentro do tecido tumoral. O perfilamento espacial revela interações persistentes entre o sistema imunológico e o tumor após a eliminação viral, correlacionando-se com o desfecho clínico. Esses achados indicam que a viroterapia oncolítica pode remodelar a arquitetura imune tumoral e estabelecer uma vigilância imune espacial duradoura. Esta correspondência discute as implicações mecanísticas e translacionais da imunidade espacial persistente de linfócitos T em GBM.
PMID: 41780306 | DOI: 10.1016/j.cytogfr.2026.02.003
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