Revista Internacional de Hematologia Laboratorial. 2026, 3 de março. doi: 10.1111/ijlh.70082. Publicação online antecipada.
RESUMO
ANTECEDENTES: O linfoma/leucemia de células B esplênico inclui um grupo de linfomas/leucemias indolentes de células B pequenas que compartilham características morfológicas e imunofenotípicas sobrepostas, tornando o diagnóstico preciso desafiador. Rearranjos gênicos específicos não têm sido comumente associados a linfomas/leucemias de células B esplênicas, e o rearranjo gênico TCL1 – característico da leucemia prolinfocítica de células T – não foi relatado anteriormente em linfomas/leucemias de células B. Aqui, relatamos dois casos únicos de linfoma/leucemia de células B esplênico que apresentavam um rearranjo IGH::TCL1.
APRESENTAÇÃO DOS CASOS: O Paciente #1 era um homem de 74 anos com um histórico de 25 anos de leucemia de células B de grau baixo envolvendo o sangue periférico, o baço e a medula óssea. O Paciente #2 era uma mulher de 54 anos que recentemente apresentou linfocitose e envolvimento de baixo nível da medula óssea. Ambos os pacientes eram assintomáticos e foram diagnosticados incidentalmente com linfocitose. As células neoplásicas em ambos os casos apresentaram projeções citoplasmáticas vilosas polares, eram de linhagem de células B e negativas para CD5 e CD10. Notavelmente, uma fusão IGH::TCL1 foi identificada em ambos os casos.
CONCLUSÕES: A identificação da fusão IGH::TCL1 nesses dois casos de linfoma/leucemia de células B esplênico sugere que os rearranjos gênicos TCL1 podem ocorrer em linfomas/leucemias de células B e não devem ser considerados exclusivos da leucemia prolinfocítica de células T. O diagnóstico preciso de linfoma/leucemia de células B esplênico com rearranjo TCL1 requer avaliação das características morfológicas, imunofenotípicas e avaliação genética do TCL1.
PMID: 41773322 | DOI: 10.1111/ijlh.70082
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