Neurociência. 2026 Fev 21:S0306-4522(26)00127-2. doi: 10.1016/j.neuroscience.2026.02.030. Online antes da impressão.
RESUMO
A identificação do sexo como variável biológica tem influenciado significativamente as políticas na neurociência pré-clínica. Apesar da inclusão aumentada de sujeitos masculinos e femininos, a integração significativa de análises com base no sexo permanece inconsistente. Muitos estudos carecem de poder estatístico adequado, exploração mecanicista ou relato transparente de descobertas desagregadas por sexo. Evidências emergentes demonstram que diferenças de sexo influenciam circuitos neurais, interações neuroimunes e vulnerabilidade a doenças, destacando sua relevância biológica. O fortalecimento do design experimental por meio de dimensionamento prospectivo e investigações mecanicistas é essencial para aprimorar a reprodutibilidade, a validade translacional e o rigor científico na pesquisa contemporânea em neurociência.
PMID:41730498 | DOI:10.1016/j.neuroscience.2026.02.030
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