J Neurol Sci. 2026 Fev 3; 482:125790. doi: 10.1016/j.jns.2026.125790. Online ahead of print.
RESUMO
Elogiamos Matsukawa et al. pelo estudo sobre os resultados do tratamento endovascular (EVT) para aneurismas intracranianos não rompidos (UIAs) em diferentes faixas etárias. Enquanto seus achados apoiam o EVT em idosos, destacamos quatro áreas para consideração mais aprofundada. Primeiramente, os resultados divergentes em 30 e 90 dias no grupo ≥80 anos sugerem uma trajetória de recuperação distinta, exigindo avaliações funcionais mais refinadas além da mRS para diferenciar estresse pós-procedimento transitório de lesão permanente. Segundo, defendemos a incorporação de análises morfológicas e hemodinâmicas avançadas (por exemplo, CFD) para entender a interação entre idade, características do aneurisma e resultados. Terceiro, para durabilidade a longo prazo, recomendamos o uso de curvas de Kaplan-Meier e análise de riscos concorrentes para fornecer uma estimativa mais precisa do benefício do EVT em idosos. Por fim, enfatizamos a necessidade de ir além da idade cronológica, integrando escalas de fragilidade (por exemplo, CFS) e defendendo registros prospectivos multicêntricos para confirmar esses achados e estabelecer melhores práticas. Uma abordagem multifacetada é crucial para personalizar o manejo de UIAs em nossa população idosa.
PMID:41653660 | DOI:10.1016/j.jns.2026.125790
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