Thromb J. 2025 May 12;23(1):46. doi: 10.1186/s12959-025-00730-y.
RESUMO
Apesar da relação entre o D-dímero e o fibrinogênio (DFR) ser relatada como um fator prognóstico para a trombose venosa cerebral (TVC), observamos algumas preocupações com a terminologia inadequada (prognóstico versus preditivo), a variabilidade potencial nos ensaios de D-dímero e fibrinogênio que podem impactar a confiabilidade e utilidade do DFR. Do ponto de vista estatístico, sua validade não foi adequadamente assegurada devido a métodos inadequados (incapacidade de lidar com multicolinearidade, confundimento e comparações múltiplas) e falta de validação dos pontos de corte de discriminação não validados. O valor prognóstico do DFR não foi clinicamente ou estatisticamente justificado, dada sua discriminação de fraca a aceitável. Por fim, uma associação positiva inesperada entre infarto cerebral venoso e TVC não grave sugere possíveis problemas na rotulagem de dados, valor de referência, confundidores/viés não controlados, ou superajustes. Abordar essas questões fortaleceria a confiabilidade, validade e utilidade do DFR na prognóstico da TVC.
PMID:40350438 | DOI:10.1186/s12959-025-00730-y
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